Membro da Academia Mato-grossense de Letras (AML), Marília Beatriz morre de Covid-19 em Cuiabá

Marília Beatriz de Figueiredo Leite era membro da Academia desde 2015.

A escritora Marília Beatriz Figueiredo Leite, ilustre imortal da Academia Mato-grossense de Letras

A professora aposentada da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Marília Beatriz de Figueiredo Leite, morreu nesta sexta-feira (1º). Ela estava internada há quatro dias com Covid-19.

Marília era membro da Academia Mato-grossense de Letras (AML) desde 2015. Ela já presidiu a AML.

Ela era formada em direito pela Universidade do Estado da Guanabara (UERJ) e mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC de São Paulo. Advogou no Rio de Janeiro e em Mato Grosso.

Marília foi uma das fundadoras da UFMT e ingressou como docente na Faculdade de Direito de Cuiabá em 1970.

Era ligada às áreas de Comunicação e Arte, desenvolve, ainda, funções de escritora, poeta e teatróloga, participando e coordenando vários grupos artísticos, além de palestrar sobre as áreas de atuação em inúmeros eventos.

Marília seguiu os passos do pai, Gervásio Leite, que também foi professor de direito da UFMT, além de jornalista e desembargador.

Devido a sua grande contribuição no campo da educação e cultura mato-grossense, ocupou a cadeira de número dois da AML, onde hoje assenta sua filha, Marília. Gervásio Leite presidiu a Academia Mato-Grossense de Letras entre 1974 e 1981.

O ex-presidente da AML, Eduardo Mahon, postou uma mensagem no Facebook lamentando a morte da escritora. “Seu último ato? Ora que pergunta! Montou uma “cesta básica” com livros a serem distribuídos pela Biblioteca Estevão de Mendonça. Que perda!”, diz, em trecho da mensagem.

Fonte: G1

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